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Quem ama, se cuida!


As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), também são passiveis de prevenção, por meio do uso de preservativos e em algumas situações vacinas. O HIV é uma doença bastante conhecida, entretanto negligenciada, uma vez que o número de casos da doença está aumentando bastante, sobretudo em jovens. O vírus do HIV tem tropismo (afinidade) pelas células de defesa do organismo, de maneira que o indivíduo contaminado quando não tratado fica à mercê da multiplicação e ação do vírus, bem como passível de contrair outras doenças. A prevenção é a melhor opção sempre.


A Organização Mundial da Saúde (OMS) desempenha um papel fundamental no sistema das Nações Unidas como a autoridade diretora e coordenadora para saúde internacional. A OMS se esforça para desenvolver parcerias inovadoras e criativas, promovendo novas formas de trabalho a fim de alcançar objetivos comuns na área da saúde. Junto a mais de 190 Estados-Membros, trabalha com diversas instituições, incluindo outros organismos da ONU, organizações não-governamentais, doadores e a sociedade civil. A organização lidera a resposta do setor de saúde global à epidemia de HIV. Como copatrocinadora do UNAIDS, a OMS assume a liderança em tratamentos e cuidados do HIV e da coinfecção HIV/tuberculose e, em conjunto com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), coordena o trabalho na eliminação da transmissão do HIV de mãe para filho. Em 2015, a OMS focou suas ações para colaborar com os países a fim de que os objetivos e metas mundiais fossem alcançados, incluindo aqueles descritos na Estratégia Setorial de Saúde Global sobre HIV/AIDS para 2011-2015. Essa estratégia tinha como objetivo orientar a resposta sustentável do setor de saúde ao HIV através do fortalecimento dos sistemas de saúde e comunitários, abordando as determinantes sociais da saúde que agem como barreiras na resposta e promoção dos direitos humanos e da igualdade de gênero.


O departamento de HIV/AIDS da OMS é a principal unidade responsável pelo HIV. Ele desenvolve políticas normativas importantes sobre o vírus e apoia os países com informação estratégica e orientação em seus programas e políticas de implementação. O departamento também atua, de forma coordenada, com outras unidades da OMS que trabalham em áreas relacionadas ao HIV, como a tuberculose e saúdes materna, neonatal, infantil, adolescente e reprodutiva. As áreas

estratégicas prioritárias fundamentais incluem o seguinte:


• Uso estratégico da terapia antirretroviral para o tratamento e prevenção do HIV: orientações da OMS sobre o uso de terapia antirretroviral no tratamento e prevenção da infecção do HIV, promovendo uma abordagem de saúde pública que aumente o acesso e enfatize a necessidade de regimes medicamentosos harmonizados, simplificados e eficazes. Em 2013, pela primeira vez, a OMS emitiu um conjunto único de diretrizes consolidadas que abordou o uso da terapia antirretroviral no tratamento e prevenção em todas as faixas etárias e populações.


• A eliminação do HIV entre crianças e a expansão do acesso ao tratamento pediátrico: OMS e UNICEF prestam apoio técnico e orientação para ampliar e fortalecer os serviços integrados e abrangentes na eliminação da transmissão do HIV de mãe para filho. Isto inclui a definição de metas pelos países para eliminação do HIV entre crianças usando protocolos nacionais de prevenção e tratamento.


• Uma resposta aprimorada do setor de saúde para HIV entre as populações-chave: é importante expandir o acesso aos serviços de HIV para essas populações, adaptando esses serviços para que atendam adequadamente suas necessidades específicas. Isso exigirá a integração dos programas de HIV com outros profissionais de saúde e serviços sociais relevantes, tratando obstáculos estruturais, tais como o estigma e a discriminação.


• Mais inovação na prevenção, tratamento e cuidados do HIV: a OMS se esforça para trabalhar com parceiros para melhorar a escala, a qualidade, a eficácia e a efetividade dos serviços e abordagens para HIV e também para modificar e atualizar tais abordagens quando novas evidências se tornam disponíveis.


• Informação estratégica eficaz para o crescimento acelerado: A OMS trabalha com o UNAIDS no desenvolvimento de normas, diretrizes e ferramentas para tentar garantir que os países "conheçam sua epidemia". Ambas organizações colaboram com os programas nacionais contra a AIDS para compilar atualizações de informações estratégicas nacionais e globais. A OMS também assume a liderança no acompanhamento e avaliação da resposta ao HIV do setor de saúde e

ajuda os países na definição de objetivos e indicadores nacionais.


• Elos mais fortes entre o HIV e resultados de saúde relacionados: a OMS reconhece a importância de reforçar os elos entre HIV e outros programas de saúde relevantes, não só nas saúdes sexual, reprodutiva, materna e infantil, mas também em áreas como dependência de

drogas, redução de danos, cuidados de emergência e nutrição.


Fonte: Unesco

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